O INCA mantém publicação de referência sobre rastreamento do câncer do colo do útero, com recomendações e diretrizes clínicas alinhadas à Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.
Além disso, o Ministério da Saúde disponibiliza a Diretriz Brasileira (PCDT) para rastreamento do câncer do colo do útero, com atualização registrada em 18/08/2025, indicando o status de documento vigente e oficialmente publicado.
Como usar isso na prática (para profissionais e clínicas): ao produzir conteúdo, orientar pacientes ou revisar fluxos internos, o caminho mais seguro é seguir o que está normatizado nessas diretrizes (INCA/MS) e nos protocolos da rede local.
O que o Março Lilás quer que você faça
A comunicação oficial sobre o Março Lilás reforça a conscientização e prevenção do câncer do colo do útero.
Em termos de rotina assistencial, isso normalmente se traduz em:
estimular busca ativa e organização do rastreamento conforme diretriz vigente;
reforçar educação em saúde sobre HPV, sinais de alerta e acesso à unidade;
reduzir barreiras de acesso (horários, acolhimento, fluxo de encaminhamento).